A formação de um novo estado – O Estado Islâmico

Como nasce um estado?

Comumente na formação de um estado umas pequenas aglutinações de pessoas descobrem um local que identificam que saciarão todas as suas necessidades biológicas e geográficas com um intuito de construir uma sociedade de preferencia de caráter eterno. Esperam progredir, esses fundadores, no sentido de procriar e criar seus descendentes para uma prosperidade singular. Os fundadores são determinados e obstinados sempre, pois sem essas qualidades eles feneceriam. Enfrentam vários tipos de tempestades, Sem falar nas lutas contra enfermidades e tentativas de invasões aos seus territórios conquistados. Nessa instalação nova, criam suas leis e seus padrões morais e éticos, em conformidade com suas crenças milenares.

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Os Jihadistas modernos estão querendo e com muita luta conquistar um novo estado Islâmico.

Não almejam um novo local, mas preferem os locais já ocupados por gentes e famílias instaladas por milhares de anos. O objetivo desta nova mentalidade não é a terra que precisariam para construir sua sociedade. Espera conquistar à força a mente de quem já escolheu viver diferentemente de suas filosofias, sendo politicas ou quer sejam religiosas.

Não posemos falar de conquista, mas de invasões covardes contra gente pacifica no seu caráter. Tomam cidades a força e de forma covarde. Invadem terras conquistadas milenarmente, por suas vitimas

Não lhes falta respeito pelos direito dos outros. Mas sobra audácia em transtornar vidas arranjadas pacificamente em vidas ou mortes covardes e cruéis.

O que mais impressiona neste estado, é a congregação de aderentes novos crescentes a cada dia. Ou seja, jovens de todas as nações do planeta estão sendo convidada a formar essa nova geração de conquistadores de espaço e mente – de outras pessoas.

Vejamos. Mais de vinte mil jovens de outras nações estão chegando à Síria e ao Iraque para se alistarem em seus nascentes exércitos de conquistadores. Pergunta-se; O que atrai tanto essa juventude que abandona seus lares e familiares, suas estórias de uma sociedade estabilizada para encarar fatalmente a morte prematura? A resposta poderá vir de varias formas e maneiras. Somente aqueles que estudam as sociedades ou estudam o comportamento humano pode oferecer uma resposta plausível. São os cientistas sociais ou os analistas políticos oferecem algo bem perto da realidade desses jovens.

No dia 27 de junho percebam o que ocorreu em alguns países em redor do planeta. Na Tunísia um atentado com a soma de 38 mortos. Um homem bomba explode-se numa mesquita do Kuait 27 mortos. Mais uma decapitação na França. Tudo como atos coordenados ou fatos espontâneos. Os matadores são originários de vários países diferentes, mas todos se identificaram pertencentes ao Estado Islâmico. O estado Islâmico já está posto no planeta, e também na vida de pobres e miseráveis vitimas.

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Será o charme dos líderes Islâmicos somente o ponto de atração dessa juventude, questionam analistas. O que poderá haver de comum nesta clientela?

Segundo analistas esses “legionários” são jovens frustrados tentando fugir da insignificância de suas vidas. Seria a saída para fugir de sua insignificância neste mundo? Vale a pena ter uma certeza de que vão certamente serem mortos como fazem com os seus dominados?

Pelo desenho adotado em seus batalhões – a caveira- reflete que deixaram de lado a luta por uma vida decente junto de seus familiares em seus próprios países. Querem ser agentes especiais nesse mundo. Estou escrevendo sobres eles, o que nunca aconteceria se eles estivessem em seus países de origem numa vida simples e normal. Como a de milhões de jovens. Lutar e conquistar um espaço mesmo que pequenino no planeta, já não mais os atrai.

Desistiram de viver somente para si. Se entregam a morrer pela causa de outros, abandonando as suas próprias.

Oferecer a vida por outros, não é algo normal, a não ser de um pai por um filho e vice versa. O espirito aparente numa causa de morte vicária, é predominante na história do fundador do Cristianismo. Cristo veio dos céus e viveu em favor da sua comunidade, deu o poder a seus discípulo e apóstolos, para realizarem o mesmo por onde quer que fossem e, por fim, deu-Se numa cruz odiosa, pela a humanidade. Jamais pegou numa arma, ou sequer usou sua pregação como ferramenta para ferir qualquer que fosse a gente, mesmo que desprezível.

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Com essa atitude criou numa comunidade universal, não de vinte mil legionários sanguinários, mas de 3.000.000 de voluntários prontos para morrer de forma vicária a sua semelhança.

O Marechal Rondon gravou uma frase sua na minha alma, quando li sua biografia na juventude. “Morrer se preciso for, matar um índio – nunca”

Um adolescente que não é valorizado pelos seus próximos, se proclamará um valente e um herói, expondo diante do mundo o seu melhor. – sua coragem e sua valentia para matar inocentes.

Jesus valoriza qualquer tipo de vida, sendo desprezível ou não, sendo compreendida ou não; para Cristo o que mais importa não é o desprezível é a vida em si.

– Paulo Matos Cruz

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